texto por: Guilherme Bayara | Imagem: weheartit

5515291

“Un plancher rempli de photographies”

Minhas memórias espalhadas pelo chão,

Numa noite sem dono…

Minhas memórias,

são as que tomo…

As que tomo?

Não, não…

São as que escuto.

Não, também não!

Minhas memórias são as que vejo…

Sim, sim. Agora sim!

Minhas memórias são as que vejo

As que vejo espalhadas pelo chão…

Minhas memórias são como fotografias

Isso! Como fotografias

E como fotografias

elas precisam da escuridão para se revelar…

A noite as liberta…

Não, não…

Na verdade elas são como   

Polaróides…

Exato!   

Minhas memórias são como polaróides

Basta uma sacudida

e elas vem a tona

Mas noite…

… a noite elas

tentam brilhar em meio a escuridão

elas lutam mais di que nunca

para se libertarem

É…

… quer saber?!

Minhas memórias estão espalhadas pelo chão

E estou as encarando

É só o que sei…

É só o que basta…

Minhas memórias espalhadas pelo chão,

Numa noite sem dono…

“Un plancher plein de memoir”