Texto: Guilherme Bayara | Imagem: Guilherme Bayara

centenario guilherme bayara late at night

Exatamente um ano atrás, mesmo horário, mesmo dia, mesmo mês e mesmo endereço. Exatamente um ano atrás, foi quando apertei o botão de publicar pela 1ª vez...

Completei o centenário, distribui drinks, me confessei, criei, descrevi. Um centenário é muito, muitas palavras, muitas mudanças e ao longo do caminho li centenas de elogios, sugestões, criticas, e a todos eu agradeço, até aos mais esdrúxulos.

Se com cada pedra atirada se constrói um castelo, com cada palavra escrita se constrói um texto, com cada comentário se faz o acabamento, com cada texto se forma uma história e com cada história se forma uma vida. E foi isso que o Blog se tornou, parte de minha vida, onde me expresso, me comunico, onde vivo minha realidade fantasiada, romantizada.

Foram muitas noite, tardes e dias... Poemas, contos, palavras jogadas. Imagens bem casadas com os textos, palavras explícitas, outras não muito bem compreendidas. Algumas coloridas em defesa de direitos, outras afiadas expondo a realidade, algumas maleáveis descrevendo os sonhos.

Foram 100 textos escolhidos a dedo e escritos a batimentos cardíacos. Foram quase 3 mil comentários que fizeram estes textos valer a pena... Estou extremamente feliz pelo meu centenário, não me sinto velho ou muito menos desgastado. Sinto-me novo, e pronto para mais outros 100, 200, 300 e até onde minha mente me permitir escrever e meus dedos me permitirem expressar.

Quando comecei pensei que era tarde, agora penso ser cedo. Ainda é cedo para ser centenário, mas aprendi que o tempo tem vontade própria. Ainda é cedo para me chamar de escritor, mas aprendi que é esse o nome que se dá para quem escreve. Ainda é cedo para ser um autor publicado, mas essa é a minha centésima publicação. Aprendi que sou um paradoxo, e isso nem o tempo conseguiu mudar.

São 100 textos. 1 Ano. Muita história pra contar.

E quem venha o milênio.